A água de torneira não é absolutamente pura. Ela contém sais dissolvidos, um pouco de ferro, flúor, cloro, enxofre, porém em quantidade mínima. A água mineral tem sais em maior quantidade além de minerais, na mesma condição. Beber somente água mineral pode elevar a concentração de sais minerais nos fluidos corporais e sobrecarregar os rins, podendo levar à formação de pedras, acrescido o fator de propensão natural de alguns indivíduos à formação destas pedras.
Portanto, seja comedido em sua dieta líquida, não abusando da água mineral e nem dos energéticos, pois estes últimos contém também sais em elevada concentração em relação à água pura.
quinta-feira, 3 de junho de 2010
quinta-feira, 11 de março de 2010
Água salgada em troca de água doce
Os países europeus chegaram ao máximo em querer levar vantagens comerciais ou explorar o Brasil.
Rememoremos a história: primeiro foi o ouro, depois pau-brasil, depois cana-de-açúcar. Depois multinacionais. Agora é a água-doce da foz do Amazonas, próximo da ilha de Marajó. Despejam sua água salobra de lastro, e depois sugam a água-doce do Amazonas para o interior de seus petroleiros. Esta fica mais barata para tratar e vender engarrafada em seu continente decadente e sem recursos.
Mas isto é contra leis internacionais. Só falta nossas autoridades marítimas terem mais afinco e fiscalizarem esta atividade ilegal.
A água, produto mais simples é cobiçada de nossos ricos mananciais. É só não deixarmos sua qualidade ser comprometida pela mesma história que destruiu quase que totalmente as fontes européias: guerras, industrialização desenfreada, doenças, etc.
Rememoremos a história: primeiro foi o ouro, depois pau-brasil, depois cana-de-açúcar. Depois multinacionais. Agora é a água-doce da foz do Amazonas, próximo da ilha de Marajó. Despejam sua água salobra de lastro, e depois sugam a água-doce do Amazonas para o interior de seus petroleiros. Esta fica mais barata para tratar e vender engarrafada em seu continente decadente e sem recursos.
Mas isto é contra leis internacionais. Só falta nossas autoridades marítimas terem mais afinco e fiscalizarem esta atividade ilegal.
A água, produto mais simples é cobiçada de nossos ricos mananciais. É só não deixarmos sua qualidade ser comprometida pela mesma história que destruiu quase que totalmente as fontes européias: guerras, industrialização desenfreada, doenças, etc.
sábado, 9 de janeiro de 2010
Água de poço - Pedras nos rins
Fui visitar um conhecido que tem um sítio em Lagoa Santa. A água deles era de poço, mas em breve será da Copasa, a Companhia de Saneamento do Estado de Minas Gerais. Ele só toma água mineral, e fui saber depois que ele teve pedras nos rins, apesar de alimentação ultra saudável que pratica. A culpa é de quem ? Da água calcárea dos poços profundos da região.
Fico pensando nas placas de oferta de apartamentos em prédios do Belvedere onde se jactam os construtores de a água fornecida ser de poços. Pobres coitados dos moradores. Em alguns anos terão que ir ao nefrologista para tratamento. A economia feita na conta de água será toda gasta com juros nos médicos, aliás coisa que se repete sempre que se pratica a economia porca.
Fico pensando nas placas de oferta de apartamentos em prédios do Belvedere onde se jactam os construtores de a água fornecida ser de poços. Pobres coitados dos moradores. Em alguns anos terão que ir ao nefrologista para tratamento. A economia feita na conta de água será toda gasta com juros nos médicos, aliás coisa que se repete sempre que se pratica a economia porca.
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Economia para lavar roupa ?
À primeira vista a lavagem da roupa, não vamos nem citar as brancas, poderia ser objeto de economia de água. E o faríamos até o limite de deixá-las sem cheiro. Mas roupa bem lavada é questão de saúde. Vou citar algumas coisas que parecem exagero de detalhes, mas que vão te colocar para pensar.
Uma costura de camisa sem nódoas, porém com restos de poeira (limpa pela lavagem), vai roçando em nosso pescoço, produzindo prurido na pele. Até um amaciante não é despesa fútil, quando se trata de saúde. Lençois aparentemente limpos, mas com micropartículas resultantes dos corpos dos ácaros, vão saturando nossas vias respiratórias. Meias e cuecas com restos de fluidos corporais, mas aparentemente claras e limpas, que acabam por produzir alergias.
A roupa está associada diretamente ao corpo, não se pode negligenciá-la em função de uma economia pseudo-ecológica. O resultado pode ser um reservatório repleto de água, para dar de beber a um ser doente por burrice.
Uma costura de camisa sem nódoas, porém com restos de poeira (limpa pela lavagem), vai roçando em nosso pescoço, produzindo prurido na pele. Até um amaciante não é despesa fútil, quando se trata de saúde. Lençois aparentemente limpos, mas com micropartículas resultantes dos corpos dos ácaros, vão saturando nossas vias respiratórias. Meias e cuecas com restos de fluidos corporais, mas aparentemente claras e limpas, que acabam por produzir alergias.
A roupa está associada diretamente ao corpo, não se pode negligenciá-la em função de uma economia pseudo-ecológica. O resultado pode ser um reservatório repleto de água, para dar de beber a um ser doente por burrice.
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
Assunto da vez - Opiniões equivocadas
Quem lê os comentários de jornais e blogs encontra de vez em quando um comentário sobre desperdício que não tem nada a ver com contexto.
Um destes foi sobre uma fazenda, em que um incauto telespectador disse que os encarregados precisavam economizar água. Isto é a demonstração do imediatismo de um pensamento imaturo. Uma fazenda tem chiqueiro, curral, aparelhos como o de ordenha mecanizada. Já pensou se os recintos dos animais não forem bem lavados. Pense num matadouro, que precisa de higiene. Higiene demanda água sim, pois do contrário, vamos todos ficar doentes, mas com bastante água para beber. É uma contradição.
Em um assunto, os parâmetros devem ter o seu peso avaliado com cuidado. Se é faxina, o peso da água é um. Se se trata de um hospital, o peso é bem outro.
No que for necessário, a água tem que ser gasta, e se preciso, MUITA.
Um destes foi sobre uma fazenda, em que um incauto telespectador disse que os encarregados precisavam economizar água. Isto é a demonstração do imediatismo de um pensamento imaturo. Uma fazenda tem chiqueiro, curral, aparelhos como o de ordenha mecanizada. Já pensou se os recintos dos animais não forem bem lavados. Pense num matadouro, que precisa de higiene. Higiene demanda água sim, pois do contrário, vamos todos ficar doentes, mas com bastante água para beber. É uma contradição.
Em um assunto, os parâmetros devem ter o seu peso avaliado com cuidado. Se é faxina, o peso da água é um. Se se trata de um hospital, o peso é bem outro.
No que for necessário, a água tem que ser gasta, e se preciso, MUITA.
sábado, 5 de dezembro de 2009
Você sabia que na sua casa tem uma caixa d'água ?
A perguinta pode soar ridícula, mas é pertinente frente a uma ignorância (no sentido real de ignorar algo) dominante. Existem caixas d'água que nunca sofreram lavagem na vida. A importância da lavagem e suas razões estão no link abaixo:
http://www.copasa.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=65&sid=100
http://www.copasa.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=65&sid=100
sábado, 21 de novembro de 2009
Papel higiênico no vaso sanitário ou no lixo ?
Problemas tem várias facetas.
Papel no vaso significa gastar mais água (média superior aos 6 litros por descarga). A maior parte das descargas hidráulicas se encontra desregulada, e despeja mais do que 6 litros por vez. Acrescentemos a isto o fato de que muitos usuários dão mais de uma descarga quando se trata de papel higiênico.
Papel no lixo é um problema de saúde pública, em vista do péssimo hábito dos catadores de papel e reciclado mexerem no lixo. Na procura pelo saco certo, eles acabam abrindo o saquinho que tem papel higiênico. E mexendo ali e aqui, eles acabam propagando os coliformes fecais nos muros, maçanetas de portões, botões de portão eletrônico, mesas de bares, etc.
Aqui reside a lógica que guia nossas vidas: sobrevivência. Para sobrevivermos, devemos resguardar a nossa saúde. Olhar cegamente (ótimo paradoxo) para economia de água, pelo fato de ser recurso escasso, é burrice. Você economizaria água só para tê-la em abundância na hora de tratar males adquiridos em virtude desta economia ?
A isto chamamos, desde o tempo de nossos bisavós de economia porca.
Papel no vaso significa gastar mais água (média superior aos 6 litros por descarga). A maior parte das descargas hidráulicas se encontra desregulada, e despeja mais do que 6 litros por vez. Acrescentemos a isto o fato de que muitos usuários dão mais de uma descarga quando se trata de papel higiênico.
Papel no lixo é um problema de saúde pública, em vista do péssimo hábito dos catadores de papel e reciclado mexerem no lixo. Na procura pelo saco certo, eles acabam abrindo o saquinho que tem papel higiênico. E mexendo ali e aqui, eles acabam propagando os coliformes fecais nos muros, maçanetas de portões, botões de portão eletrônico, mesas de bares, etc.
Aqui reside a lógica que guia nossas vidas: sobrevivência. Para sobrevivermos, devemos resguardar a nossa saúde. Olhar cegamente (ótimo paradoxo) para economia de água, pelo fato de ser recurso escasso, é burrice. Você economizaria água só para tê-la em abundância na hora de tratar males adquiridos em virtude desta economia ?
A isto chamamos, desde o tempo de nossos bisavós de economia porca.
Assinar:
Postagens (Atom)